domingo, 12 de maio de 2013

PRESIDENTE DA APRAM DISCUTE SEGURANÇA DE MOSSORÓ COM VEREADORES E COMANDOS



Reunião aconteceu no 2°BPM
Na manhã da última quinta (09/05) o presidente da APRAM, Soldado Tony, participou de importante reunião para debater idéias sobre a segurança pública de Mossoró, que sabemos, enfrenta diversas dificuldades. Os agentes do DFT, responsáveis pelo controle e fiscalização do trânsito na cidade encontram-se em greve; A Guarda Civil Municipal reivindica melhorias e, caso não sejam atendidos, também prometem paralisar suas atividades; Paralelo a isso, as Polícias Civil, Militar e Corpo de Bombeiros clamam por investimentos em suas estruturas, sobretudo efetivo. Tais dificuldades têm propiciado um aumento no número de roubos e mortes violentas deixando os cidadãos num clima de insegurança e preocupação. 

A reunião ocorreu na sede do 2°BPM contando com a participação do comandante, o Tenente-Coronel Alvibá, Major Correia Lima (12°BPM), Major Macedo (CIOSP), além de uma comitiva de vereadores composta pelo Soldado JadsonJório NogueiraTomaz Neto, Genivan Vale e Narcísio Silva. Dada a gravidade da situação, os parlamentares cobraram medidas efetivas a curto prazo. O Soldado Jadson afirmou que a prefeitura pode colaborar mais com a segurança da cidade. "É certo que as dificuldades enfrentadas pelos comandos e profissionais de segurança da cidade têm colaborado significativamente para a elevação do número de roubos e mortes violentas deixando os cidadãos num clima de total insegurança, portanto, os gestores precisam dar a resposta à população!" 

Para o Soldado Tony, presidente da APRAM, é preciso uma junção de esforços para devolver a segurança da cidade onde acredita que o cerne do problema é a diminuição do efetivo da região, fato que têm ocasionado grande preocupação à sua entidade. "Existem aproximadamente 1.700 PMs em desvio de função em todo o estado. Já que o governo não devolve esses militares ao serviço ostensivo que realize concurso público. Nos últimos anos a região de Mossoró perdeu centenas de PMs que foram transferidos para a região metropolitana da capital gerando um déficit e a sobrecarga dos que aqui ficaram. Somado a isso ainda convivemos com o atraso das diárias operacionais destinadas aos PMs que trabalham em suas folgas." De acordo com o dirigente, tal situação, além de dificultar um melhor atendimento à população, também têm ocasionado um prejuízo interno que atinge os policiais onde estes veem-se obrigados à cumprirem vários meses em jornadas de serviço prolongadas para que tenham o direito a gozar suas férias", afirmou o dirigente.

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